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expensive soul: concerto de 25 anos

Os Expensive Soul são daquelas bandas com sabor a casa. Ouço-os há anos, adoro as suas músicas e fazem-me sempre viajar no tempo. Também são dos artistas que vi ao vivo mais vezes e que quero continuar a aumentar esse número.

Quando percebi que este ano celebram 25 anos de carreira – como assim?! 1999 foi há 10 anos, não há 20 – e que iam dar um concerto comemorativo no Coliseu do Porto, fiquei logo com vontade de ir.

Mas o Porto ainda é longe e não tinha companhia, então a ideia ficou apenas a remoer. Até ao dia em que fui ver os bilhetes e já não havia muitos para a zona onde, a ir, gostava de ficar.

Foi o sinal que precisava para comprar o bilhete e marcar um fim-de-semana no Porto. E foi o melhor que fiz. Primeiro, porque acabei o fim-de-semana bonito e cheio de encontros (in)esperados, depois porque assisti a um ótimo espetáculo.

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25 anos de Expensive Soul a jogar em casa

Já tinha saudades de ver Expensive Soul ao vivo e fazê-lo a celebrar uma data tão especial e a jogarem em casa soube ainda melhor.

Os 25 anos dos Expensive Soul resultaram num concerto bem bonito e cheio de energia no Coliseu do Porto. Cantaram os clássicos que toda a gente sabe na ponta da língua e algumas músicas mais recentes.

Enfim, foi uma hora e meia de viagem no tempo com hip hop, amor e nostalgia e que me deixou de alma bem cheia. E ao New Max e ao Demo também, porque notava-se a emoção e a felicidade neles. Adoro ir a concertos onde se consegue sentir a emoção nos artistas. Torna tudo mais intenso e verdadeiro e dá aquele sentimento de união.

Também gostei muito de conhecer o Coliseu do Porto. A minha referência de “Coliseus” era o de Lisboa, então esperava algo maior, mas isso não é negativo! Ao entrar ficar encantada com os pormenores e a beleza da sala. E ser mais pequeno do que esperava, também o torna acolhedor e aumenta a sensação de pertença e união entre público e artistas.

Ah, e estou a tomar o gosto a ir a concertos sozinha.

Não consigo explicar melhor a sensação do que ser uma liberdade enorme e uma entrega à música que estamos a ouvir e às pessoas que estamos a ver muito maior do que quando se tem companhia. Vou repetir-me, mas tens mesmo de experimentar isto, pelo menos uma vez na vida.

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