dia do livros infantis
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livros infantis que li em adulta

Hoje, 2 de abril, celebra-se o Dia Internacional do Livro Infantil. Tenho prateleiras cheias de livros infantis que marcaram a minha infância (turma da Rua Sésamo estou a falar de vocês kkk), mas decidi trazer histórias que li em adulta. Afinal, é importante mantermos a nossa criança interior feliz e abraçada. E os livros infantis são ótimos nisso. E também nos ensinam algumas coisinhas…

Livros infantis que (re)li em adulta

O Dicionário do Menino Andersen, Gonçalo M. Tavares

Um dia, estava muito bem no Facebook, quando me deparo com um post do jornal da minha licenciatura, com um antigo professor meu a sugerir livros. O Dicionário do Menino Andersen era um deles. Achei curioso, comprei, li adorei e reli.

Este é daqueles livros infantis que deve ser lido por adultos, porque nos lembra de como a vida é mais divertida com criatividade e ajuda a olhar para os objetos banais do nosso dia-a-dia com um olhar novo e mágico.

Mary Poppins, P. L. Travers

Nunca li nem vi os filmes da Mary Poppins em criança. Mas uma das vantagens de se ter uma irmã 17 anos mais nova é ter este universo mágico durante mais tempo. E foi com ela que comecei a ler este livro. Depois terminei sozinha, porque não sei esperar, e voltei a reler para a acompanhar. Ah, e claro, também foi ela que fez ver os filmes (e ainda bem!).

A Mary Poppins é uma ama especial que dá mais cor à vida das famílias, que tem sempre um truque escondido na manga (ou na mal) e nos apresenta a cenários e personagens mágicos. Em suma, é mais um dos livros infantis bons para adultos mergulharem e (re)descobrirem o fantástico poder da imaginação.

O Macaco do Rabo Cortado, Dora Batalim

Deixei o mais especial para o fim… O Macaco do Rabo Cortado era uma das histórias que a minha tia-avó mais contava aos seus sobrinhos-netos. Ou seja, é a história da minha infância, aquela que me leva às tardes passadas na sua casa da costura, entre conversas e gargalhadas.

O ano passado, era um dos livros do dia quando fui à Feira do Livro de Lisboa e não resisti em trazer uma versão física das minhas memórias de infância. Li-o ainda na feira e, desde então, já voltei a pegar nele algumas vezes, para mimar a minha criança interior e a minha versão adulta com saudades.

Gostas de ler livros infantis? Quais sugeres?

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