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PLAY | PRETEND IT’S A CITY

Pretend it's a city, netflix, Fran Lebowitz
Imagem daqui

Comecei a ouvir falar de Pretend it’s a City no Twitter. No início era só um nome. Não me preocupei em pesquisar mais. Até que uma noite me apetecia ver uma série diferente e nova. Sem saber qual ver, fui fazer o normal quando não sabemos o que fazer: ver Stories do Instagram. Foi aí que vi uma partilha da Inês Mota a recomenda, precisamente, a série Pretend it’s a City . E plim! Fez-se luz e decidi abandonar o telemóvel e ir ver a série.

Liguei o computador, vi que os episódios eram grandes e disse para mim “vejo um episódio e vou dormir”. Até porque era de noite e o sono já começava a apoderar-se de mim. Pensei isto na minha maior inocência. Sem imaginar o que me esperava.

Pretend it’s a City é um documentário da Netflix, de sete episódios, que mostra Nova Iorque pelos olhos da escritora Fran Lebowitz, numa compilação de entrevistas e palestras com a mesma. A sinopse apresentava a série como um documentário que seria falado, maioritariamente, pela mesma pessoa, durante quase 50 minutos seguidos cada episódio. Por outras palavras, tudo o que não faz o meu género em relação a séries. Admiti que a premissa era interessante, mas não estava à espera de ficar muito cativada. Nem tampouco afeiçoada.

Enganei-me! Pouco tempo depois de carregar no play já estava apaixonada pela série e completamente rendida a Fran Lebowitz. Fiquei encantada a ouvir as suas histórias, teorias, críticas e opiniões sobre a cidade que tanto ama como odeia: Nova Iorque.

Escusado será dizer que o “vou só ver um episódio” ficou apenas pela teoria. Enfim, entrei numa viagem fascinante pela cidade que nunca dorme, durante quase uma hora que pareceu só 10 minutos, e o sono desapareceu. Não resisti a ver o segundo capítulo logo de seguida. Os restantes vi logo no dia seguinte. No final, ficou o sabor a pouco típico de quando se devora uma série que se adora, numa maratona. Ficou um fascínio enorme por Fran Lebowitz e a vontade de adotar como avó ou algo do género, só para a ter junto a mim a contar-me todas aquelas histórias e as muitas mais que, com certeza, terá para partilhar. 

Já viste esta série?

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